Título:A ruptura (World of Warcraft) Autor(a):Christie Golden Páginas:339 Editora:Galera Record
Thrall, Chefe Guerreiro da Horda e sensível xamã, notou uma mudança perturbadora no mundo de Azeroth. Os espíritos elementais relacionados à terra, ao ar, à água e ao fogo estão confusos. Há secas, tempestades, enchentes e terremotos afetando todos e desestabilizando ainda mais a paz entre a Aliança e a Horda. Numa época em que o rei Varian Wrynn de Ventobravo planeja uma ação violenta, e os elfos noturnos estão mais hostis aos orcs. Thrall precisa descobrir o que há de errado com os espíritos elementais porque o preocupante comportamento deles parece ser o primeiro sinistro aviso do Cataclismo por vir.
Quem me acompanha no instagram (@aliterata) já notou
que esse livro tem sido um grande companheiro para mim, geralmente não costumo
repetir livros nas fotos que posto por lá, mas não resisti com A ruptura. Uma
capa linda e um livro extraordinário. Nossa escritora da vez é Christie Golden,
best-seller no New York Times (E como não? Escrevendo assim eu a consideraria
uma deusa), além de escrever sobre o mundo Warcraft, ela já escreveu mais de
dez romances para a série Star Trek e três para Star Wars. Agora já deu para
imaginar o poder que essa senhora tem em escrever e te prender ao livro?
Como muitos já devem saber, World of Warcraft é um jogo da Blizzard. Porém, o
que poucos sabem é que por trás do jogo há toda uma história, que é muito bem
contada por Christie Golden em seus livros. Sempre tive certo preconceito por
jogos, não por não gostar, e sim por não saber jogar, eu sei o que está
pensando... Estranho! E é mesmo, mas depois de experimentar um pouco percebi
que esse não é meu tipo de coisa favorita a se fazer, eu prefiro meus livros e
minha música. A questão é: meu namorado joga WoW e me apresentou à história, já
que eu não jogava. Não quis ler de primeira, achei que não entenderia nada por
não jogar.
Não foi bem assim, no começo tive um pouco de dificuldade com os nomes, confesso...
Mas com o decorrer do enredo você acaba pegando os personagens aos poucos.
Fazia algum tempo que não lia um livro em terceira pessoa, estava mais
centrada em John Green e outros em primeira pessoa, e exatamente por isso tudo
foi uma novidade. A maneira como Christie descrevia todos aqueles lugares e
raças, o encantamento dos personagens pelos elementais. Pelo meu ponto de
vista, de leitora e não player, é uma fantasia admirável.
A ruptura se dá início entre Wrath of the Lich KingeCataclysm, quando ambas as facções (Horda e Aliança) estão vivendo num tratado de paz em Azeroth, mas não pode haver paz quando o mundo está sendo arrasado por pura destruição. Os elementais estão perturbados, e nem mesmo os melhores xamãs conseguem controlá-los a fundo. À frente da Aliança temos Varian Wrynn, um rei humano e pai de Anduin Wrynn, e sobre todos os outros conflitos, ainda estão sendo capazes de cuidar dos familiares. Pela Horda, está o Chefe Guerreiro Thrall (xamã), que se vê forçado em deixar sua façção nas mãos de Garrosh – um orc guerreiro que vive pela glória e o impulso – em busca de salvar sua terra das catástrofes por vir. E é então que, com a Horda nas mãos de Garrosh, a paz pode estar comprometida.
Agora vamos saber, por que um livro tão bom não é um célebre aqui no Brasil?
Pois bem, pessoal... O porquê é justamente o que eu disse anteriormente, assim
como eu tinha um pré-conceito em ler o livro, muitos outros também participam
desse grupo. Principalmente por ser um livro que se relaciona a um jogo. Apesar
de já ter visto muita gente com exemplares de vários outros jogos (Diablo, por
exemplo), WoW ainda não é tão conhecido por aqui porque há poucos livros
traduzidos do jogo, só agora que as obras começaram a sair mais que eles estão
investindo no novo jeitinho de nós, leitores, também participarmos desse mundo
fantástico de World of Warcraft.
Esse foi A ruptura, e meu próximo – também da
Christie Golden – será Marés da Guerra. É preciso saber que os livros não
seguem uma ordem cronológica dos acontecimentos, então caso esteja lendo e
fique em dúvida pode deixar sua pergunta aqui nos comentários ou dar uma
pesquisada no Google. Também há outros autores que escrevem sobre WoW, já que o
jogo é bastante amplo, porém os livros da Christie são os que mais têm tradução
para o Brasil. Abaixo seguem alguns dos personagens principais de A ruptura (http://us.battle.net/), e
algumas dicas. Espero que tenham gostado, esse é um livro “super-recomendo”.
Facções
H O R D A – A L I A N Ç A
(clique no link acima para entender o significado das facções, tópico importantíssimo para o entendimento do livro.)
Oii :) Eu acho muito interessante que ultimamente tenho visto muitos livros sobre jogos. Eu nunca li nenhum mas tenho certa curiosidade pq os temas abordados fazem meu gosto (ação, aventura, etc), o que me falta é tempo de adicionar esses livros nas minhas metas ahaha Outra coisa que acho muito legal é que esses livros podem influenciar os gamers a leitura (meu irmão é um exemplo, vive jogando o dia inteiro e nunca lê um livro!) Gostei bastante da resenha e do seu ponto de vista sobre o livro!
Aqui eu falei do meu ponto de vista como leitora, tenho alguns amigos que jogam, inclusive meu namorado, e me indicaram esse livro. Tenho certeza que você não vai se arrepender, Débora. É um ótimo livro!
Quando o assunto é o mundo de Azeroth, eu sou suspeito pra falar. Suspeito só não, muito suspeito! No começo quando adquiri o livro, a última coisa que me veio na cabeça foi de você, tirando o fato de ler, "viciar" na história. Nunca imaginei que a menininha perfeitinha que virou minha namorada ia visitar um mundo de Orcs e Elfos, guerreiros e shamans. De fato fiquei curioso quando me pediu o livro. Mas é outro fato, talvez até desconhecido por você, que eu fiquei ansioso para ver sua resenha a respeito dele... E não é que você se superou? Apontou lado da história que só quem lê sem visão de jogo apontaria. Uma ótima análise de uma ótima obra. Está de parabéns. Te desejo todo sucesso do mundo, meu amor. Até mais.
A resenha ficou bem longa e cansativa, e o único que tive certeza que iria ler era você. Mas acabou não sendo, felizmente! Tive muito medo de escrever uma resenha sobre A ruptura e, de repente, chegar Horda/Ally aqui acabando comigo por não saber de nada kkk Mas enfim! Muito obrigada, meu bem. Agora é Marés!
O Back to Jazz desabrochou sob o relento da escassa criatividade da mórbida donzela de sardas avermelhadas, que vivia a se queixar da ausência eloquente das palavras. Érica, como num conto, decidira aquinhoar seu mal expelindo bobeiras com mãos a calejar no cubículo de sua estante.
Oii :)
ResponderExcluirEu acho muito interessante que ultimamente tenho visto muitos livros sobre jogos. Eu nunca li nenhum mas tenho certa curiosidade pq os temas abordados fazem meu gosto (ação, aventura, etc), o que me falta é tempo de adicionar esses livros nas minhas metas ahaha
Outra coisa que acho muito legal é que esses livros podem influenciar os gamers a leitura (meu irmão é um exemplo, vive jogando o dia inteiro e nunca lê um livro!)
Gostei bastante da resenha e do seu ponto de vista sobre o livro!
Beijos
Débora - Clube das 6
Aqui eu falei do meu ponto de vista como leitora, tenho alguns amigos que jogam, inclusive meu namorado, e me indicaram esse livro. Tenho certeza que você não vai se arrepender, Débora. É um ótimo livro!
ExcluirQuando o assunto é o mundo de Azeroth, eu sou suspeito pra falar. Suspeito só não, muito suspeito! No começo quando adquiri o livro, a última coisa que me veio na cabeça foi de você, tirando o fato de ler, "viciar" na história. Nunca imaginei que a menininha perfeitinha que virou minha namorada ia visitar um mundo de Orcs e Elfos, guerreiros e shamans. De fato fiquei curioso quando me pediu o livro. Mas é outro fato, talvez até desconhecido por você, que eu fiquei ansioso para ver sua resenha a respeito dele... E não é que você se superou? Apontou lado da história que só quem lê sem visão de jogo apontaria. Uma ótima análise de uma ótima obra. Está de parabéns. Te desejo todo sucesso do mundo, meu amor. Até mais.
ResponderExcluirA resenha ficou bem longa e cansativa, e o único que tive certeza que iria ler era você. Mas acabou não sendo, felizmente! Tive muito medo de escrever uma resenha sobre A ruptura e, de repente, chegar Horda/Ally aqui acabando comigo por não saber de nada kkk Mas enfim! Muito obrigada, meu bem. Agora é Marés!
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