Instagram ❤
Dê um joinha ❤
É parceiro do blog:

“I got my first girlfriend in ninth grade. Then I told her I didn’t know what I wanted and broke up with her. I think I was always just, like, you have to be gay or you have to be straight—that those were conflicting. I learned that there’s really no wrong or right, that it was cool to like everything. But it was a lot for me.” Global Grind
Been wondering if your heart's still openAnd if so I wanna know what time it shuts

Tom é um azarado escritor de cartões comemorativos e românticos deprimido, após levar um fora da namorada Summer. Desde então ele relembra vários momentos dos 500 dias que passou junto à namorada e tenta entender o que deu errado. Suas reflexões o levam a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida.

Do que você gosta em literatura?
RR – Ultimamente, eu não tenho lido muita ficção, eu tenho lido biografias, eu gosto muito de biografias. Bem, Shakespeare eu sempre leio. Mas, virtualmente, eu leio qualquer coisa... Histórias de feiticeiros, de terror, Stephen King, eu adoro... Bem subliteratura mesmo, adoro coisas bem horripilantes. Mas também leio coisas sérias para estudar linguagem. Ultimamente, eu leio muito Drummond, pode escrever aí – eu amo o Drummond, para mim só existem dois: o Fernando Pessoa e o Drummond. Entrevista a Bia Abramo, Bizz, abril de 1986.
Como foi que a música entrou em sua vida?
RR – Me contam que aos dois anos de idade eu já punha o disco do Frank Sinatra de volta na capa certa. Quando chegou a adolescência, meu sonho era formar uma banda. Minha família é muito musical. É coisa de gente que tinha piano na sala. Tanto do lado do meu pai, que é paranaense, quanto do lado da minha mãe, que é pernambucana.
Como foi enfrentar o mundo machista do rock para você que é homossexual?
RR – O mundo do rock não é bem assim. Ele é misógino. O que vale nesse mundo não é saber se você é gay ou não. É saber quem é o mais louco, quem vende mais disco, quem ganha mais dinheiro. Era aquela coisa de querer se mostrar, do exibicionismo, da vaidade mesmo. De se transformar em um ídolo.

Na trama de As Vantagens de Ser Invisível, um garoto de 15 anos, Charlie (Logan Lerman), entra num colégio enquanto se recupera de uma depressão, que lhe rendeu tendências suicidas, e da perda de seu único amigo. No colégio, porém, começa sua jornada de socialização, de crescimento e recuperação com a inadvertida ajuda de dois veteranos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), que o recebem em seu mundinho à parte dos populares da escola.
"We are infinite."
