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Para a HBO, sim, e se chama Westworld. Esse é nome do novo seriado do canal, que espera substituir Game of Thrones, que já tem sua última temporada confirmada. É uma aposta delicada do canal com um conteúdo diferente da saga de livros. É fato que Martin conseguiu uma legião de fãs com seus livros e posteriormente com a adaptação da obra literária para a tv. Entretanto, como já dizia o povo, tudo o que é bom acaba. E é claro que a HBO não iria ficar de braços cruzados enquanto seu seriado de maior sucesso se esvai. 

Westworld além de ser uma aposta do canal, é também uma aposta entre os seriados em geral. A série bebe da fonte de polêmicas, personagens com histórias intrigantes, temática pesada e uma dosagem de boas atuações. Baseado no filme Westworld- Onde Ninguém Tem Alma, um marco na história dos efeitos especiais do cinema, a direção traz a premissa do filme para os episódios que se seguirão. 

A trama se desenvolve em um parque temático onde se é criado variados cenários da história real, e um deles é o famoso Velho Oeste. Nesse cenário os visitantes irão viver o tempo e o lugar como se fossem o mundo real, mas o diferencial é que existem androides, criados, e programados para viver uma vida e entreter seus visitantes. Entretanto há uma pane e o que foi feito para servir se volta como uma ameaça aos que visitam o lugar. O filme conta a história na visão de quem entra no mundo, já o seriado vem com a premissa de mostrar o outro lado da moeda, o lado dos anfitriões. 


O elenco conta com Anthony Hopkins, Evan Rachel Wood, Jimmi Simpsons, Bem Barnes, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Ed Harris e nosso querido Rodrigo Santoro. A transmissão se dará pelo canal HBO, sua estreia foi no dia 02 de outubro. Seguirá sendo exibido às 23h de todo domingo. Os realizadores estão animados com o novo projeto e esperam alcançar a meta de pelo menos cinco temporadas. Será que conseguem? O jeito é esperar e desfrutar.

Segue o trailer: 

FOR THE AZEROTH! Não importa de que lado você luta ou se luta pelo seu rei ou por sua horda. O que realmente vale sua honra é a luta pelo seu mundo. E QUE MUNDO! Warcraft, e eu falo do filme, logo estará disponível para ser comprado nos formatos de DVD e Blu-Ray aqui nos Br'hue, vulgo Brasil. Já na América do Norte, o filme em formato físico já podia ser encontrado à venda. Mas e daí? O que importa é a gente! Huehue

Já foi divulgado a data de lançamento do filme nos formatos já ditos anteriormente, e será no dia 05 de Outubro. Já reservei os Temersinhos para comprar assim que lançado. Como fã da franquia Warcraft, vai ser prazeroso ter o que está sendo considerado a melhor adaptação de jogo para cinema, em um pedestal na minha estante. Ainda terá aqui no Blog uma resenha do filme, estamos apenas aguardando a versão estendida do filme. 

Mas as boas notícias não param por aí! Para jogadores, estes terão vantagens na compra do filme físico. Até agora foram divulgados que, quem adquirir o produto, terá acesso a alguns extras nos jogos, sendo esses os seguintes:

- Cópia digital do World of Warcraft (O chamado Batlle Chest, que inclui o jogo na versão base até a expansão de Warlords of Draenor, com um up de level até o 100 e ainda mais 30 dias de jogo)
- Herói Medivh no Hearthstone (Você poderá ser o próprio Medivh quando optar por Mago no jogo)
- Herói Gul'dan em Heroes of the Storm (Herói será do tipo assassino no game)

Entretanto, temos uma péssima notícia. Essa versão para a mídia física não contará com os 20 minutos de bônus no filme (tão aclamados pelos fãs). A mídia sem cortes que está para ser lançada conta como um evento comemorativo do lançamento da versão cinematográfica. Se espera conter além do filme, alguns bônus para compensar: 

- Cenas que foram excluídas;
- Erros de gravação;
- Bastidores de gravação e efeitos visuais;
- HQ "Laços de Fraternidade" (foi lançado ainda esse ano na versão impressa, pode ser comprado aqui)
- Warcraft: a experiência de Madame Tussauds;

Vale lembrar que certamente será lançado as duas versões, uma que contêm os bônus e a outra crua. O preço entre uma e outra provavelmente terá uma diferença regrada. Mas valerá a pena! 

For the Horde!
Você que foi ao cinema para assistir Esquadrão Suicida em 3D no dia 04 de agosto de 2016 e achou o máximo, mas não entende porque vários críticos do mundo geek estão desapontados com filme, venha entender essa história que surgiu com os personagens e terminou na sarjeta da Warner Bros. Pictures.

A polêmica começou na seleção de atores para o filme, enquanto muitos achavam a escolha de Will Smith para atuar como Floyd Lawton (vulgo Pistoleiro) a melhor aposta do filme, outra parte achava que a DC Comics havia feito uma escolha um tanto quanto "certa demais", visto que Will é atualmente um dos atores que, se posto em cena, provavelmente arrecadará milhões em razão da sua fama e boa atuação, são exemplos seus filmes anteriores, grande parte muito bem sucedida no contexto lucro. Acontece que, realmente, ele foi uma escolha perfeita (há quem discorde), porém isso não faz com que ele deixe de ser uma das atuações pouco criticadas. 

E isso nos leva à grande prova da produção: O Coringa (Jared Leto). Nem eu consigo ser imparcial! Warner Bros. o que te deu, amiga? Várias cenas em que Jared Leto atuou como Coringa foram cortadas do filme quando avaliado pela Warner, e há boatos pela internet de que foi devido a forma explícita do conteúdo nas filmagens. Pois é... Mas o assunto não para por aí! Os trailers e teasers que a DC Comics havia disponibilizado publicam cenas que foram cortadas do filme, cenas essas que foram responsáveis por muita (muita mesmo) expectativa. Quem aí lembra de quando, durante um dos trailers, o Coringa fala a frase que acabou se tornando um bordão do personagem de Jared "Do you wanna see my toys?"  Quem já viu o filme sabe que essa frase está bem longe de estar lá. 



Qual a consequência desses cortes para o Joker (Coringa)? Acontece que os cortes desconectaram a atuação de Jared, sem falar que deixou o filme com péssimas ligações entre as filmagens (em vários momentos da produção você não entende a conexão entre os episódios tratados, e o espaço vago entre eles deixou muitas cenas sem explicação para acontecerem ou o motivo pela qual aconteceram). Jared afirmou em repetidos comentários ter gravado cenas suficientes para fazer um filme, e não parece muito feliz com os cortes da Warner Bros., visto que em uma recente entrevista o ator chegou a brincar dizendo "Fuck them!", mas sabemos que toda brincadeira tem um fundo de verdade. Enfim, o Coringa, com tanta publicidade, deu a entender que seria uma grande encenação no filme, mas acabou que tivemos muito menos que só um "gostinho", inclusive tão pouco que não dá nem mesmo para realmente avaliar a atuação de Jared como nosso querido pudim. E isso nos deixa ainda a pergunta, será que Leto será um bom Coringa caso feito um filme solo?

Faremos outro post tratando especialmente sobre a trilha sonora do filme e, infelizmente, sobre a má organização das músicas durante a produção cinematográfica. Vamos esperar ansiosos pela versão do diretor, caso seja disponibilizada, e, se for, vamos voltar aqui para tratar do filme com outros olhos. Não posso evitar senão amar Esquadrão Suicida, apesar dos pesares. Desde que foi anunciado que fariam um filme com os maiores bad guys da DC, não pude evitar a expectativa, e, como fã de carteirinha, amo até nos piores momentos. 

E aí, o que vocês acharam do filme? Fiquem com o trailer. Abraços da literata!


O mundo está sendo invadido por zumbis infectados com uma misteriosa doença semelhante a raiva e as Nações Unidas lutam contra o tempo para evitar o pior. Enquanto isso, Gerry Lane (Brad Pitt) é enviado para a zona de conflito para investigar o que poderia ter causado a infecção que se alastra pelo mundo. 
Gênero: ação, terror, ficção científica    Direção: Marc Foster   
O novo tópico do Infindo Literato tem como ideia central a apresentação de três filmes de determinado gênero, com palavras chave: vampiros, lobisomens, fadas (marcadores) ou até mesmo longas com participação de atores ou diretores em especial. É de grande importância enfatizar que tanto a ordem dos filmes selecionados e o filmes em si estarão de acordo com a opinião do autor de post.

Quer encantar qualquer espectador? Nos dê um cenário destruído ou nos mostre Nova York. Hoje a tag é: zumbis. Os longas sobre o vírus que se alastra facilmente está se tornando um favorito nos últimos anos, grandes atores já representaram nas telinhas exterminando essas criaturas, e um deles foi Brad Pitt em Guerra Mundial Z. O filme foi inspirado na obra de Max Brooks: World War Z: An oral history of the Zombie War, um livro de 352 páginas com o gênero terror. Como leitora, estou ansiosa para ter em mãos qualquer edição que seja do livro, mas como espectadora, estou parcialmente contente com o elenco, o aspecto cinematográfico e os efeitos especiais. O que falta para complementar? Uma continuação.

Apesar da trama deixar o fim livre para a imaginação, ela também é responsável por uma grande parcela de quero mais. Felizmente, está confirmado a continuação. Porém, ainda se especula se será uma trilogia (como Marc Foster teria anunciado em 2012) ou se, por conta do orçamento, ficaremos no gostinho de apenas mais um.




Zumbilândia (Zombieland) gira em torno de dois homens lutando para sobreviver num mundo dominado por zumbis, Columbus (Jesse Eisenberg) é um estudante de uma faculdade,e também um grande covarde - mas quando você teme ser devorado por zumbis, o medo é justamente o que pode mantê-lo vivo. Tallahasse (Woody Harrelson) é um exterminador casca grossa de zumbis, armado com seu fuzil AK e a determinação de comer o último Twinkie,um bolinho com recheio cremoso, que resta na terra. Eles se juntam a Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin), que querem ir até ao Pacific Play Land, que também tem métodos únicos para sobreviver ao caos zumbi, mas precisarão avaliar o que é pior: confiar nos parceiros ou unir-se aos zumbis.
Gênero: comédia, terror    Direção: Ruben Fleischer  
Para amenizar o impacto de Guerra Mundial Z, a segunda recomendação é uma comédia. Como de praxe a rotulação "terror" é devido a aparição de seres não-humanos, no caso os zumbis, então não há o que temer sobre as tramas sugeridas. Zumbilândia traz atores também bem conhecidos nos cinemas, como Emma Stone (O Espetacular Homem-Aranha) e Woody Harrelson (Jogos Vorazes), o filme inovou – juntamente com Todo mundo quase morto, abaixo – o modelo clichê dos longas sobre zumbis.

Apesar dos filmes de ação sempre serem complementados com uma pitada de humor, Zumbilândia trouxe às telinhas uma trama inteira para fazer rir, a dificuldade da produção é lógica ao refletir que zumbis são seres infectados por um vírus que os tornam em criaturas quase invencíveis com sede por carne humana. Nada engraçado, creio eu. Mas Ruben foi capaz! E em 2009 foi disponibilizado a nós uma verdadeira comédia fantasiosa, vamos lá fãs de Todo mundo em pânico!




Winchester. Shaun (Simon Pegg) trabalha como vendedor e divide uma casa com Ed (Nick Frost), seu melhor amigo, e Pete (Peter Serafinowicz). Ele costuma ir sempre ao pub local, mas Liz (Kate Ashfield), sua namorada, está cansada de lá. Além disto ela sempre reclama que ele não se separa de Ed, apesar de suas piadas bobas e seu desinteresse em fazer algo útil. Para resolver a questão Shaun aceita marcar um encontro com Liz em outro restaurante, mas se esquece de fazer a reserva. Irritada, ela decide terminar com ele. Shaun, arrasado, se embebeda no seu pub predileto ao lado de Ed, sem notar que as pessoas à sua volta estão se tornando zumbis, devido a um estranho fenômeno.
Gênero: comédia romântica, terror    Direção: Edgar Wright  
Um romance em que o grande problema não são os zumbis, e sim o melhor amigo. Sua namorada Liz está cansada de viver pelos dois, já que Shaun não consegue se livrar do parceiro. A solução? Terminar. O mundo já está suficientemente complicado com a era apocalíptica. 

Como dito anteriormente, assim como Zumbilândia, Todo mundo quase morto inovou por ser também um filme sobre comédia. Os personagens são verdadeiramente divertidos, possuem a característica de ser uma pessoa comum no cotidiano, sem saber lidar com a invasão do vírus no mundo e – ironicamente – dispostos a matar, caso seja preciso. Mas como? Com discos ou qualquer coisa que aparecer pela frente. Diferentemente de Guerra Mundial Z, em Todo mundo quase morto os zumbis são lentos e não tão espertos (o que seria a ideia primordial para os infectados).
Malévola Ã© a história não contada da icônica vilã do clássico da Disney de 1959, A Bela Adormecida. Uma bela e inocente mulher, Malévola tem uma vida idílica, crescendo em uma pacífica floresta do reino, até que um exército invasor passa a ameaçar a harmonia da sua terra. Malévola então se torna a destemida protetora do local, mas acaba sofrendo uma cruel traição – um ato que começa a transformar seu coração puro em pedra. Decidida a se vingar, Malévola encara uma batalha épica com o sucessor do rei invasor, colocando uma maldição na sua filha recém-nascida, Aurora. Conforme a criança cresce, Malévola percebe que Aurora é a chave para a paz no reino – e talvez para a sua felicidade também.

Vos apresento nessa tarde Malévola (Angelina Jolie) e Praga (Elle Fanning)! Sábado passado (31 de maio), tive a oportunidade de assistir ao filme no cinema como uma comemoração adiantada do dia dos namorados. E foi nada menos que incrível! Criei tanta expectativa sobre esse filme e, honestamente, fui mais que surpreendida na estreia. Angelina Jolie é uma das minhas atrizes favoritas, estava tão acostumada a vê-la em filmes de ação que, após assistir Malévola (Disney), comecei a achar que ela deveria fazer mais filmes de fantasia. Afinal, em toda a história de filmes reproduzidos Malévola está em primeiro lugar no meu ranking de melhores, acima até de Branca de neve e o caçador (Universal Pictures) e no mesmo patamar que Alice no país das maravilhas (Disney).

Malévola é baseada na estória de A bela adormecida, porém de um ponto de vista diferente, o da própria Malévola. A bela adormecida nunca foi um dos meus contos prediletos quando pequena, sempre preferi Cinderela ou Pocahontas, e justamente por isso a nova reprodução me chamou tanto a atenção. A visão sobre uma "considerada" vilã e seu testemunho. E dessa vez tive uma desculpa para dizer que estava do lado da badgirl e não do mocinho! Vamos conhecer um pouco mais os personagens? 

Angelina Jolie como Malévola – Como não posso falar diretamente sobre os personagens, ou ao contrário spoilers vão dançar nesse post, irei comentar sobre a representação dos atores. Começando por Angelina Jolie, na minha opinião e na de muitos críticos pelo mundo inteiro, não poderia ter existido uma Malévola tão Malévola caso não fosse contracenada por Jolie. Um marco na história do cinema, e também na carreira de Angelina. Quase quatro dias após a estreia no Brasil, e o longa já é considerado a maior abertura de bilheteria da carreira da rainha dos filmes de ação, cerca de 70 milhões.

Jolie me arrancou arrepios durante a trama, é impossível deixar de notar como ela trabalha com paixão. O mundo em que Malévola e as outras criaturas mágicas vivem é totalmente fora de série, até me lembrou um pouco Avatar em Pandora. Angelina consegue colocar qualquer cena absurda como algo natural, e, principalmente, as expressões da atriz foram de gigantesca participação para completar a personagem.

Sam Riley como Diaval – O corvo de Malévola que é constantemente transformado em outros animais, para a tristeza de Diaval. Sam interpretou um corvo que estava prestes a ser morto, e quando Malévola o salvou ele jurou fidelidade à vilã para o resto de sua vida. Particularmente, Sam representou grande parte do humor do filme juntamente com Angelina, já que o par estava sempre aos perrengues. 

Elle Fanning como Aurora (Praga)
 – A donzela da vez! Aurora traz aquele ar de que tudo é espetacular e maravilhoso, um brilho nos olhos de fazer suspirar. Nossa pequena praguinha é pura de coração e inspira beleza. Acho que dessa vez Elle vai ultrapassar sua irmã em Crepúsculo (Dakota Fanning), a questão é que a Fanning mais nova soube bem o que esteva fazendo. 

Sharlto Copley como o Rei Stefan
 – Pessoalmente falando, Sharlto foi o único ator que não conseguiu chegar ao ápice da boa encenação. Por hora, achei que estava até mesmo deslocado, e seu olhar (parte indispensável para uma boa expressão) não estava tão certo quanto ao personagem. Mas ainda assim, Copley representou muito bem nas cenas trágicas.

Palmas para esse elenco!