Por conta do trailer que vende um produto, mas que ao consumir o filme se mostra outro, qualquer outra informação que for dada como uma resenha será um spolier, infelizmente. Ou felizmente, não há o que saber.
Em resposta a um fã no twitter em 2015, a DC Comics confirmou o romance entre as vilãs: “Sim, elas são namoradas sem o ciúme da monogamia.”
Você me faltou a memória e por fim: respirei.
Foram meses de agonia. Uma terceira pessoa se encaixou na minha rotina enquanto eu assistia tudo no plano de fundo, dói dizer que aquele terceiro não passava de uma patologia silenciosa e avassaladora, e, sem pestanejar ou sequer perceber, era eu a telespectadora do meu próprio fim.
O vilão não passava de uma confusão interna de sentimentos que se externavam na ação do seu julgamento intrÃnseco, enquanto a perspicácia ilustrada pelo mocinho refletia apenas um romance de pobre interpretação. Quando julgados, um era o vilão e o outro o mocinho, mas, no princÃpio, compartilhavam a mesma cruz: eram humanos. Em algum momento da trajetória a mudança fez-se perceber, pouco mais importava a postura duvidosa do mocinho, e a personalidade vil e incompreendida do vilão era agora tolerada.
Deixo então, pra finalizar, exemplos de como o original rendeu filmes excelentes para o cinema e para nossa cultura; Central Brasil, O Auto da Compadecida, Cidade de Deus, Carandiru, Tropa de Elite e Que Horas Ela Volta, são exemplos do que deu certo no cinema nacional.
O Back to Jazz desabrochou sob o relento da escassa criatividade da mórbida donzela de sardas avermelhadas, que vivia a se queixar da ausência eloquente das palavras. Érica, como num conto, decidira aquinhoar seu mal expelindo bobeiras com mãos a calejar no cubÃculo de sua estante.